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ATIVISTAS PROTESTAM CONTRA CONAMA 382
Ambientalistas de todo o país estão conduzindo protestos contra a
Conama 382 do
Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que regulamenta os níveis de poluição aceitos em 13 processos industriais. A
Associação de Combate aos Poluentes (ACPO), organização que inclui várias Organizações Não-Governamentais (ONGs), promete levar o processo até a justiça, caso a resolução não seja revista. Os níveis aprovados foram considerados muito altos.
O
Conama é composto por ONGs e representantes do governo, indústrias, agricultores, o Ibama etc. A
Conama 382 estabelece limites para emissão de poluentes por equipamentos ou instalações de indústrias, tais como caldeiras, chaminés e fornos. Os poluentes, que serão monitorados pelos órgãos ambientais estaduais, são os óxidos de enxofre, óxidos de nitrogênio, o monóxido de carbono e material particulado, fumaça composta de partículas pequenas de poeira, fuligem e outros materiais.
A
Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte (Apromac), através de seu site, afirma que os níveis aprovados podem aumentar o número de doenças respiratórias, oferecendo um risco para a saúde. Por outro lado, outros membros do
Conama afirmam que a
Conama 382 (Disponível no site http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res06/res38206.pdf) segue padrões aceitos internacionalmente e que os níveis são seguros.
A decisão envolve um embate político entre os representantes das indústrias, como a
Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e os ambientalistas. Cada lado defende níveis aceitos de poluição diferentes. A mediação é feito pelo governo. Até agora, as maiores reclamações vem do lado dos ambientalistas.
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