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EFICIÊNCIA DE SISTEMAS DE FILTRAGEM
Filtros fazem parte da nossa vida cotidiana mais intensamente do que os notamos.
Conceito químico amplamente difundido,
filtrar significa separar duas (ou mais) substâncias de uma solução. Na nossa rotina, em casa, é separar o pó de café do café, a sujeira do ar no ar-condicionado, as impurezas da água, os
filtros do carro... São muitos exemplos! A idéia de
filtrar é sempre associada à busca por maior limpeza e proteção.
As companhias de distribuição de
água, como a
Sanasa e
Sabesp, passam a nossa água por 12
processos filtrantes, que visam o fornecimento com alta qualidade, atendendo a padrões internacionais de qualidade. Dentro de casa, ainda é aconselhável utilizar mais um filtro, pois a água ainda pode entrar em contato com sujeiras dentro do encanamento doméstico ou das ruas.
Nos carros, temos outros
tipos de filtros: o de ar, óleo e gasolina. Estes três
separam as substâncias que podem ser danosas ao motor do automóvel, causando desgaste ou quebra de peças. Existe ainda o do ar-condicionado, que purifica o ar que vem da rua e é refrigerado e distribuído no interior do carro.
Os
filtros industriais são poucos conhecidos do público leigo, mas são eles são os mais numerosos em tipos e quantidade produzida. Existem os que separam substâncias químicas, barram resíduos lançados ao ar ou à água, e evitam partículas em máquinas... Eles atingem o nível de especificidade de cada tipo de empresa.
Em geral, os
filtros sempre cumprem esta função básica:
separar substâncias. Na maioria das vezes, as indesejadas das desejadas. No carro, ou em processos industriais, os
sistemas de filtragem permitem o bom funcionamento de máquinas e motores. Para as substâncias que consumimos, como a água ou o ar, eles evitam que entremos em contato algo que possa fazer mal ao nosso organismo.
Fonte: Luciano Valente
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